O CISCO E A TRAVE NO OLHO: Cuidando do nosso Olhar...

Em tempos atuais, se faz necessário refletir sobre o modo como olhamos o mundo e as pessoas. Mas antes de lançarmos o nosso olhar sobre o outro, é fundamental olharmos para dentro de nós e redimensionar o que andamos falando... fazendo... pensando... e sentindo...
 

CUIDANDO DO NOSSO OLHAR...
Quando  vemos  apenas  o cisco  no olho do  irmão, esquecemos  de  examinar  o  nosso,  muitas  vezes  cego.  Nem  percebemos  a  trave   que  nele  se  encontra. Trave  que dificulta  um  olhar  que  acolhe... Por isso,  antes  de julgarmos  o  próximo  é  importante  verificarmos  o  que  ele, o  próximo, e  ELE,  Deus, pensam  de  nós.  Se  fôssemos  o outro,  o  que  pensaríamos  de  nós?  O que  pensaríamos  das  coisas  que  pensamos?  O que  falaríamos  das  palavras que  proferimos?  Como  avaliaríamos  o  modo  como  agimos  em  nossa  vida  cotidiana?


 O ORGULHO É A TRAVE QUE IMPEDE UM OLHAR MAIS HUMANIZADO
Ao longo da história  da  humanidade, o orgulho vem nos impedindo de avaliar a nossa própria conduta.  Gastamos o nosso tempo precioso procurando o cisco no olho do próximo. É ele, o orgulho, que estimula a cegueira em relação ao nosso modo de ser... Instiga a prepotência em julgarmos, impedindo o nosso crescimento humano e espiritual. O orgulho é a trave que impede um olhar mais humanizado.


O ORGULHOSO É PRESUNÇOSO
O orgulhoso é presunçoso... Ressalta o cisco que ora se encontra no olho do outro. O orgulhoso é mentiroso... Esconde a trave, muitas vezes enferrujada que tranca o seu coração. Trave que empobrece o seu olhar em relação à importância da caridade,  da humildade  e da fraternidade.


O MAU HÁBITO DE JULGAR O OUTRO
O mau hábito de julgar o outro, provoca ações orgulhosas. Aquelas que são vividas com  o  coração  amargo,  egoísta  e  ciumento.  As  ações  orgulhosas  subjugam,  evidenciam  a  soberba  e  exigem  divulgação  a  qualquer  custo,  tendo  em  vista  a  característica  de  propagar  a  vaidade,  a  inveja ,  a  mentira...  Todas  disfarçadas  de  Generosas  Ações...


A CARIDADE  VERDADEIRA...
A caridade verdadeira é simples, modesta, silenciosa e indulgente. Se contrapõe ao orgulho e à inveja. Para que possamos exercitar o real sentido da caridade verdadeira, é fundamental retirarmos em primeiro lugar, a trave que se encontra em nosso olhar. Trave que impede a experiência de termos sublimes pensamentos, que dificulta a possibilidade de enunciarmos sábias palavras, e ainda, compromete o desejo de efetivarmos generosas ações.


A CARIDADE MORAL...
Repreender o mal com atitude de reflexão, é um ato de caridade moral, que todos nós devemos exercitar. A atitude de repreensão deve acontecer primeiro conosco, e depois, se for o caso com o outro, desde que seja para contribuir com a sua emancipação.


A VERDADEIRA CARIDADE MOR
A verdadeira Caridade Moral não julga, porque é humilde; não censura, porque é misericordiosa, e, acima de tudo, não discrimina, porque acolhe. Que possamos exercitá-la em nosso dia a dia e contribuir com o progresso espiritual de cada um de nós. Para tanto, primeiro devemos retirar a trave que se encontra em nosso olho, só assim, poderemos ajudar o outro a retirar o cisco que o impede de ter um olhar mais criteriosos em relação ao mundo em que vivemos.



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